A Forca | Assistimos ao filme do #CharlieCharlie!

Ontem, aconteceu aqui em São Paulo a pré estreia do filme A Forca, em uma sessão para convidados da Warner Bros. Pictures e do Omelete.

O filme ficou conhecido em todo o mundo após emplacar um viral com aquela brincadeira dos lápis, a #CharlieCharlie.

Surpreendentemente – ao menos pra mim -, a história do filme não tem qualquer relação com a brincadeira do vídeo, então, se você esperava ver adolescentes retardados brincando com dois lápis e uma folha escrito “sim”  e “não”, pode tirar a sua cordinha da árvore.

O filme começa com aquele vídeo que foi divulgado há um tempo na internet: alunos do ensino médio de uma escola americana encenam a peça A Forca, lá no longínquo ano de 1993. No final do espetáculo, quando o protagonista deve ser enforcado, dá uma merda federal e o cara acaba morrendo. Nem preciso falar que o coitado com a corda no pescoço é o tal de Charlie.

A ambientação estava incrível, dando um clima macabro para o Cine Bristol Playarte.

A ambientação estava incrível, dando um clima macabro para o Cine Bristol Playarte.

Vinte anos se passam e a escola resolver fazer uma nova montagem do espetáculo. Mal gosto? Talvez. Vai dar ruim? Com certeza.

Dando corda…

Pipoca, refri e um Dia do Amigo regado a sustos!

Pipoca, refri e um Dia do Amigo regado a sustos!

O filme é muito semelhante aos seus primos da franquia Atividade Paranormal: uma câmera mão, uma ideia na cabeça e várias cuecas borradas durante o filme. E o esquema é aquele, onde tudo fica em silêncio e, de repente, BAM!, faz um barulhão daqueles e você quase tem um ataque do coração.

Os personagens principais são totalmente estereotipados: tem o garoto popular que se presta a fazer papel de ridículo pra conquistar a mocinha de humanas, o jogador de futebol americano que não sabe ser outra coisa além de babaca, e a chearleader loira com apetite para pequenas maldades.

…pra ver até onde isso vai.

O final do filme não é exatamente ruim, mas está longe de ser espetacular. Tem um plot twist interessante no final, que apesar de fazer sentido é um pouco de mais do mesmo. É aquela coisa, os caras tem que deixar diversos fios soltos na trama pra possibilitar continuações (Atividade Paranormal e Sobrenatural, ambos produzidos pela Bluehouse, estão aí e não me deixam mentir), e, se o filme faturar bem, devem surgir outros A Forca.

Mas e aí, vale a pena?

Se você curte levar bons sustos e não se importa muito com histórias que não fazem tanto sentido assim, vá assistir A Forca. Agora, se você acha que até mesmo roteiros de filmes de terror tem que ser coerentes, os sustos vão continuar fazendo o investimento no ingresso valer a pena, mas vai sair um pouco incomodado do cinema.

A Forca estreia em todo Brasil nesta quinta-feira. Veja o trailer:

 

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