Jogos Vorazes: A Esperança – O Final | Essa Katniss é destruidora mesmo!

Semana passada chegou ao fim a saga de Katniss Everdeen pelo fim dos Jogos Vorazes.

Confesso que não sou um grande fã dessas sagas adolescentes, onde muitas cenas de ação são usadas só pra fugir um pouco das mesmas histórias de amor de sempre, mas acabo assistindo aos filmes mesmo assim. E não há como negar, eles são bem divertidos!

Não fui ao cinema assistir aos filmes de Crepúsculo, e sequer sei do que se tratam os filmes das sagas Divergente e Maze Runner, mas com Jogos Vorazes minha relação foi um pouco diferente.

Pouco antes do terceiro filme estrear – Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, uma amiga disse que havia ganhado ingressos para o filme e que estava afim de ver. Eu respondi ok, bora lá, mas que teria que assistir aos dois primeiros filmes pra entender alguma coisa, e assim eu fiz. Totalmente sem expectativas, não é que eu curti?

Mas voltando ao último filme da saga, esse fechamento foi até que bem digno para a série. Melhor que o terceiro mas inferior aos dois primeiros, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final tem cenas de ação de tirar o fôlego. Tensíssimas e rápidas, se você piscar o coleguinha morre e você nem vê.

Katiniss: com mais culhões que 3/4 do elenco masculino

Katiniss: com mais culhões que 3/4 do elenco masculino

Eu não li os livros, então não sei se na obra original é assim, mas tem uma coisa que me incomodou muito: o fato de Peeta e, principalmente, Gale serem TÃO BANANAS no filme. Tudo bem, Katniss é uma mulher forte – e o cinema precisa de mulheres fortes mesmo – , mas não acho que os homens da trama precisavam ser tão moles para destacar a força da heroína.

Fora isso, como disse antes, achei o filme muito bacana, com drama na medida certa, mas com bundas-moles de mais.

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