X-Men: Apocalipse | Tipo o filme anterior, mas diferente…

Na última semana, chegou aos cinemas de todo o Brasil o 6º filme da franquia (sem contar os do Wolverine e os do resto da galera que visita esse universo) que mostra os mutantes mais famosos do mundo (sem contar os da Record) – X-Men: Apocalipse.

Os bonzinhos.

Os bonzinhos.

Eu gosto bastante de todos os filmes, inclusive os que dizem serem ruins. Talvez o fato de eu não ter conhecimento nenhum do que se passa nos quadrinhos me leve ao cinema sem muitas expectativas, só pela diversão mesmo.

O título desse post pode levar você a acreditar que eu não gostei do filme, mas sim, eu me diverti até que bastante. O que me chamou atenção foi o fato de o filme ter alguns momentos que parecem ser uma releitura do último filme: Jennifer Lawrence sendo a mocinha? Check. Cena do Mercúrio salvando o dia fodamente? Check. Wolverine sendo o animal feroz que gostamos de ver? Check.

E dá para dizer que não é isso o que a gente quer ver? É sim, mas queria mais. Não mais tempo de filme, porque olha, foi bem longo, mas o filme me deu muita esperança de que muita coisa boa está por vir.

E como é a história de X-Men: Apocalipse?

A galerinha do mal.

A galerinha do mal.

Tudo parece normal na escolinha para superdotados do Professor Xavier. Aí, um Deus-Mutante (?) é despertado de um sono de milhares de anos e dá merda. MUITA MERDA. Resumindo bem, é isso.

Lógico que parece bem simples, mas foi só colocar muita ação e o diretor conseguiu render coisa a beça pra preencher as mais de duas horas que o filme dura.

Mas… vale a pena?

Sim, vale! Se você deixar para lá todas as cagadas na cronologia da história, os via-e-vem do passado para o futuro do pretérito esquecido do amanhã, e o visual do vilão IGUALZINHO ao do primeiro filme dos Power Ranges, vai se divertir muito. E vou além: da até uma certa esperança de que o diretor fará justiça a uma das mais fodas histórias dos X-Men nos próximos filmes.

X-Men: Apocalipse já foi o filme mais visto do último final de semana aqui no Brasil. Será que vai se manter no topo?

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